Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta... Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula... Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro... Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno... Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço... Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista... Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um... Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido... Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho: 'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço... Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!' Que Deus a todos abençoe poderosamente concedendo o dom da caridade e da fé. Amém
BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA
A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.
"PAI, TÔ COM FOME..."
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta... Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula... Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro... Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno... Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço... Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista... Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um... Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido... Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho: 'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço... Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!' Que Deus a todos abençoe poderosamente concedendo o dom da caridade e da fé. Amém
CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO SOCIAL DA INTERVENÇÃO DA IGREJA
Dr. Eugénio Fonseca
Dr. Acácio Catarino
A finalidade foi debater os moldes da organização e constituição de um Observatório Social da Intervenção da Igreja. Tendo-se em conta os efeitos nefastos do período de crise que se atravessa, e que leva a que o número de pessoas em situação de carência acrescida solicite o auxílio das diversas instituições da Igreja, urge a necessidade de se organizar os dados de uma forma concreta e objectiva de forma a deles se poder obter uma leitura e reflexão que permita uma acção mais eficaz e concertada. A importância da criação de "instrumentos" de leitura e avaliação da realidade social e da acção revela-se cada vez mais premente. Só desta forma se pode fundamentar o trabalho que se afirma existir na empiria, quantificando-o, e dessa forma, prová-lo e credibilizá-lo.
No fundo, tal como existe o Instituto Nacional de Estatística, com indicadores que medem diversas variáveis sociais, é necessário que especificamente na intervenção da Igreja exista também algo que o faça.
Assim, foi construído um instrumento de análise tipificado a ser utilizado/aplicado por todos os parceiros que aceitem participar, de forma a tornar concretizáveis os principais objectivos deste Observatório Social da Intervenção da Igreja:
- Conhecer e quantificar os problemas concretos;
- Difundir o seu conhecimento à Sociedade;
- Apresentar possíveis soluções de acção modificadora.
Este instrumento permitirá obter estudos internos levados a cabo por todos os grupos da Igreja a actuar no "terreno", a serem enviados mensalmente para as respectivas Cáritas Diocesanas, para posterior agregação e análise de dados.
Quando um ano tiver passado, proceder-se-á a nova reunião com o objectivo de monitorizar e avaliar tudo o que se realizou, de se proceder às correcções necessárias, de se reflectir sobre o conhecimentos obtido, de lançar pistas de acção e delinear o caminho a seguir.
PAÍS SOLIDÁRIO
Esta é uma iniciativa da sociedade civil destinada às famílias mais atingidas pela crise e que não beneficiem de qualquer sistema específico de protecção social. Nesta fase inicial, a campanha vai incidir nas quatro áreas identificadas como de maior precariedade: Grande Porto, Vale do Ave, Tâmega e Península de Setúbal. São 41 os concelhos abrangidos pela Campanha País Solidário, nomeadamente: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa do Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Santo Tirso, Trofa, Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vizela, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canavezes, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Ribeira de Pena, Cinfães, Resende, Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.
REUNIÃO GERAL DO GRUPO "NOVA ESPERANÇA"
NOVA ESPERANÇA COLABORA NO GRANDE EXITO DESTA CAMPANHA ALIMENTAR
A “Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome” emitiu no seu site, um comunicado de agradecimento e felicitação, para todos os cerca de 23.000 voluntários e funcionários que colaboraram nesta campanha.
CAMPANHA DO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME A 30 E 31 DE MAIO
Informa-se que o Grupo Nova Esperança estará na Campanha do Banco Alimentar Contra a Fome nos dias 30 e 31 de Maio, nos supermercados Lidl e Modelo de Alhos Vedros.
Além dos voluntários do grupo, aceitam-se outros voluntários que queiram ajudar, bastando enviar um email para o Nova Esperança indicando o respectivo nome e contacto.
“Alimente esta ideia”! ENCERRAMENTO DO NOVA ESPERANÇA PARA FÉRIAS DE 21 DE JUNHO A 02 DE AGOSTO
Informa-se todos os interessados que o Nova Esperança estará encerrado para férias a partir do dia 21 de Junho e reabrirá no dia 03 de Agosto, retomando a actividade normal com os mesmos horários. Qualquer contacto deverá ser estabelecido antes do encerramento ou após a reabertura, sob pena da indisponibilidade do grupo durante a ausência. Agradece-se a melhor compreensão face ao exposto.
SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NOS OUTROS !!!
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma menina muito bonita. Ela frequentava a escola local. A sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. As roupas dela eram muito velhas e maltratadas.
- Como é que uma menina tão bonita pode vir tão mal vestida para a escola?
Pôs de parte algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu comprar-lhe um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que a sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a dar-lhe banho todos os dias, a penteá-la, a cortar-lhe as unhas... Quando acabou a semana, o pai disse:
- Mulher, não achas uma vergonha que a nossa filha, sendo tão bonita e bem arranjada, more num lugar como este, a cair aos pedaços? Que tal ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou pintar as paredes, consertar a cerca, plantar um jardim...
Pouco depois, a casa destacava-se na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e pelo cuidado em todos os pormenores do edifício. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracas feias e resolveram também arranjar as casas deles, plantar flores e usar tinta e criatividade.
Em pouco tempo todo o bairro estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquelas pessoas, pensou que elas mereciam o apoio das autoridades. Foi ao Município expor as suas ideias e saiu de lá com autorização para formar uma Comissão, a fim de estudar os melhoramentos que seriam necessários ao Bairro.
A rua, de barro e lama, foi asfaltada, e as calçadas foram calcetadas com pedras. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul...
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou por fazer com que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está a fazer a sua parte no lugar onde vive?
(in, Audácia Junho 07)
Artigos de Opinião > Cáritas Diocesana de Lisboa > 20-02-2008
Copyright © Cáritas Diocesana
LisboaPARTICIPAÇÃO DO GRUPO NOVA ESPERANÇA NO SIMPÓSIO “REINVENTAR A SOLIDARIEDADE (EM TEMPOS DE CRISE)”

.jpg)
Uma das conclusões que se retirou, foi a de que parte da solução para a fase conturbada que se vive passa pelo reacender de um certo sentido de comunitarismo, mobilizando todos para formas de participação nos lugares, sendo imprescindível que cada um se envolva no seu prédio, na sua rua, no seu bairro, na sua paróquia, na sua escola e em todas as áreas possíveis do meio envolvente.
O desafio lançado foi o de cada um individual e colectivamente promover e desenvolver a solidariedade entendida como expressão de Amor pelo próximo, por todas as formas de vida e pelas futuras gerações. Uma das formas mais repetidamente propostas para a prossecução desta finalidade, foi a da criação de grupos de acção social em todas as paróquias de forma a possibilitar o contacto directo com cada local e com cada população, de forma a implementar-se uma consequente intervenção directa e ajustada às necessidades e capacidades existentes e diagnosticadas.
.jpg)
Resta referir o cumprimento gentil que o grupo presente obteve por parte do Sr. Bispo de Setúbal, D. Gilberto Canavarro dos Reis.
PEDITÓRIO DO MÊS DE MAIO A FAVOR DO "NOVA ESPERANÇA"

Excepcionalmente em Maio realizar-se-á nesta data, contudo, a data mensal para o Peditório mantém-se no primeiro fim-de-semana de cada mês, nas duas localidades, no final de cada Missa.
Relembra-se que são necessários e bem-vindos todos os donativos financeiros de qualquer valor, sendo que apenas devem ser colocados no interior dos sacos verdes identificados com o nome "Nova Esperança", que no final das Missas, à saída, são segurados por voluntários do grupo (um ou dois) igualmente identificados com cartão.
A finalidade dos contributos recolhidos mantém-se. A liquidação de despesas mensais de funcionamento, as obras de readaptação do espaço "antigo Oásis" para o futuro funcionamento das instalações do Nova Esperança, e a aquisição de uma Carrinha para garantir o transporte de bens e melhorar o funcionamento do serviço, são para já, as prioridades da finalidade na aplicação dos fundos recolhidos.
Aproveitamos para divulgar o NIB da conta do Nova Esperança, para quem pretender dar o seu donativo por transferência bancária: “003501330001766253089”.
Agradecemos desde já a todos aqueles que sendo ou não da Comunidade, contribuam com o que puderem para esta causa comunitária que tantas famílias auxilia. Tudo faz a diferença, até o simples valor do preço de um "café".
Obrigado a todos os benfeitores, que podem contar com as orações do Grupo Nova Esperança. Deus vos abençoe.