BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA

BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA

A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.


CAMPANHA BA - MAIO 2011

No último fim de semana deste mês de Maio, dias 28 e 29, irá realizar-se mais uma campanha de recolha de alimentos junto dos hipermercados e supermercados, em favor do Banco Alimentar contra a Fome. O grupo "Nova Esperança" irá colaborar, como sempre, na recolha dos géneros alimenticios, junto dos supermercados Mini Preço e Lidl da Baixa da Banheira. Com esta crise que atravessamos, sejamos ainda mais generosos nas nossas dádivas, para que as famílias carenciadas possam matar a fome.
Desejamos a todos os voluntários envolvidos nesta campanha, boa sorte, que tudo corra pelo melhor e que Deus nos ajude.

CADA VEZ MAIS MULHERES SE PROSTITUEM PARA SUSTENTAR OS FILHOS

Cada vez mais mulheres recorrem à prostituição para conseguir sustentar os filhos. Desempregadas ou com trabalhos mal pagos, aceitam vender o corpo para manter a vida que tinham antes de o companheiro as abandonar.

As técnicas da Associação «O Ninho» aperceberam-se, a partir de 2009, que começavam a aparecer nas ruas de Lisboa novas mulheres, com histórias de vida semelhantes: mães sozinhas, inteiramente responsáveis pelo sustento do lar.

«São mulheres de todas as idades que se prostituem para pagar as contas», contou à Lusa Inês Fontinha, presidente daquela instituição, que trabalha com prostitutas há cerca de 40 anos.

Algumas estavam sem trabalho, outras tinham empregos precários e mal pagos, que deixaram de ser suficientes no momento em que o companheiro as abandonou e deixou de ajudar financeiramente a família. Com baixas habilitações literárias, a prostituição surgia como uma solução «temporária».

«Estas mulheres só o fazem para resolver um problema do momento, porque a ideia é abandonar aquela vida. Mas não é fácil porque muitas vezes não encontram alternativas. Nos últimos tempos, temos tido várias mulheres que recorrem a nós pedindo-nos ajuda porque não querem continuar», lembrou.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2010 havia mais de 346 mil famílias em Portugal com apenas um progenitor e, segundo a socióloga Karin Wall, as famílias monoparentais «são as mais vulneráveis à situação de pobreza». 

A investigadora lembrou ainda o facto de «as mães com filhos, que representam mais de 300 mil famílias, serem mais vulneráveis que os pais sozinhos com filhos».

Parte dessa fragilidade advém do facto de as mulheres continuarem a ser discriminadas no trabalho: ganham menos que os homens, têm profissões mais desclassificadas e «em épocas de crise as situações de discriminação tendem a agravar-se», lamentou Manuela Goias, da União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), sublinhando que «a pobreza tem um rosto feminino».

«O desemprego cria situações muito graves e há cada vez mais mulheres que passam a recorrer à prostituição para ajudar a família. Vivem em grande sofrimento», acrescentou Maria Teresa Costa Macedo, presidente da Confederação Nacional das Famílias.

Quando os homens saem de casa, a situação complica-se, principalmente quando eles deixam de ajudar a família. E os casos de falta de assistência paterna têm vindo a aumentar, havendo cada vez mais mães a recorrer ao Fundo de Garantia, um apoio financeiro criado pelo Governo para substituir os pais que não pagam as pensões de alimentos.

«As mulheres estão desesperadas. Aqui há uns anos pediam ajuda à família, mas hoje nem a família pode ajudar», sublinhou Inês Fontinha, lembrando que estas mulheres vivem entre o medo de ter como cliente um vizinho do bairro ou de serem rejeitadas por um filho que descobre o que andam a fazer.


TVI 24

HÁ MAIS PESSOAS A ROUBAR COMIDA

A PSP registou no primeiro trimestre deste ano um aumento de furtos de bens alimentares em supermercados do concelho de Sintra, com maior incidência nos grandes centros urbanos, escreve a Lusa.
Segundo uma nota da Direcção Nacional da PSP enviada à Lusa, esta autoridade policial explica que se está a verificar «cada vez mais o furto de bens alimentares em detrimento de outros produtos que tradicionalmente eram mais visados» como bebidas alcoólicas, produtos de estética e perfumes.

Em ano de crise e apesar destes dados, a PSP garante que não se tem verificado qualquer aumento do número de furtos em estabelecimentos, registando até uma descida superior a vinte por cento relativamente a 2010.

A maior incidência de furtos em supermercados ocorre nos grandes centros urbanos como as quatro freguesias da cidade de Queluz (Queluz, Belas, Massamá e Monte Abraão), em Rio de Mouro e em Algueirão-Mem Martins, a freguesia mais populosa da Europa, onde residem mais de 120 mil habitantes.

Fonte da PSP de Sintra explicou à Lusa que ainda é cedo para afirmar se existe uma relação entre estes registos e o aumento das dificuldades dos portugueses, face à crise económico-financeira que afecta o país.

Estes furtos abrangem pessoas de todas as idades, desde os jovens, às pessoas de meia-idade e aos idosos. Recordo-me de um caso de uma senhora de mais de 60 anos que tentou furtar uma lata de comida cujo preço não atingia os quatro euros», disse a fonte.

BANCO ALIMENTAR AJUDOU CINCO MILHÕES DE EUROPEUS

Cerca de cinco milhões de pessoas em toda a Europa receberam em 2010 mais de 359 mil toneladas de alimentos dos Bancos Alimentares Contra a Fome, cujos responsáveis estão reunidos em Lisboa até sábado.
Os 240 Bancos Alimentares Contra a Fome (BACF) que existem na Europa distribuíram um total de 359 458 toneladas de alimentos a 4,9 milhões de pessoas», diz o comunicado da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares (FPBA), de acordo com a Lusa.
Ajudar quase cinco milhões de pessoas é possível graças ao trabalho dos 7800 voluntários regulares e às «centenas de milhares» de pessoas que se mobilizam na época das campanhas realizadas pelos BACF junto dos supermercados.
Na próxima sexta-feira e sábado 80 representantes dos BACF de 23 países europeus irão reunir-se em Lisboa para debater o tema do voluntariado e discutir questões como o recrutamento, a integração e fidelização dos voluntários.
Os BACF conseguem distribuir ao longo de todo o ano os géneros alimentares recorrendo a Instituições de Solidariedade Social, sendo que em 2010 foram 26810 instituições em toda a Europa.
«Numa altura em que as consequências da crise económica e financeira se fazem sentir da vida de tantos europeus, a ação dos Bancos Alimentares fazem uma verdadeira diferença no quotidiano de tantas pessoas», defende Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, num comunicado enviado pela FPBA.
Em Portugal o primeiro BACF abriu em 1991 e já são 19 os Bancos Alimentares em todo o país, que contribuem para a alimentação de 295 mil pessoas necessitadas através de 1950 instituições de solidariedade.

A VERDADEIRA PÁSCOA



"O Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno" deseja a todos os amigos, leitores, benfeitores e famílias por si assistidas, uma Santa Páscoa.

NOVA ESPERANÇA ENCERRA NA SEMANA SANTA

As instalações do "Nova Esperança" encerram na Semana Santa, de 18 a 23 de Abril de 2011, para que todos os seus voluntários possam viver esta quadra, mais próximos dos seus familiares, em "Jesus Cristo". A sua reabertura está programada para o dia 27 de Abril de 2011, no horário habitual.

MENOS 85 MIL PESSOAS RECEBEM "RSI"


As novas regras do Rendimento Social de Inserção fizeram com que milhares de pessoas perdessem este apoio. Em apenas um ano, menos 85 mil pessoas beneficiam do RSI, segundo avança este domingo o «Diário de Notícias».
Os números são claros. Entre Fevereiro de 2010, mais de 410 mil pessoas recebiam o RSI. No mesmo mês de 2011, o número reduziu para 316.513. São menos 85 mil beneficiários. Menos 21 por cento.
Apenas de Janeiro para Fevereiro deste ano, o número de beneficiários do RSI baixou em 7234. Mas se recuarmos até Julho, o último mês da entrada em vigor das medidas de austeridade, é bem visível o impacto das novas regras. Foi a partir desta data que a queda do número de beneficiários se acentuou. Desde então a Segurança Social está a pagar este apoio a menos 75 mil pessoas.
A redução acentuada do número de beneficiários do RSI pode ser explicada por duas razões. Por um lado, a aplicação do novo conceito de rendimento per capita - que alterou a sua formula de cálculo num sentido mais restritivo - aumentando artificialmente o rendimento de muitas famílias. Por outro, a nova lei de condição de recursos, obriga todos os beneficiários a fazerem uma nova prova de rendimentos onde não se incluem apenas os salários, mas também contas bancárias e apoios recebidos para fins de habitação. O Governo aponta ainda um terceiro factor: o reforço da fiscalização.
Dois meses depois da entrada em vigor das novas medidas, a Segurança Social contabilizava uma poupança de dez milhões de euros. O Governo não divulgou desde então números novos, mas o objectivo é garantir poupança de 200 milhões anuais com as despesas em apoios sociais.

Origem: TVI 24

"CAMPANHA 5 MIL VOZES"

A campanha '5 mil vozes', produzida e realizada pela Plataforma Global, destina-se a sensibilizar a sociedade portuguesa para o problema dos sem-abrigo. Em Portugal cerca de cinco mil pessoas vivem actualmente sem casa, na pobreza extrema.

MARINHO E PINTO SEM PAPAS NA LÍNGUA...

Brilhante e Mordaz intervenção do Dr. Marinho e Pinto por ocasião da Sessão de Solene de Abertura do Ano Judicial. Em poucos minutos o Dr. Marinho e Pinto exprimiu o sentimento e o pensamento de milhões de portugueses relativamente à conjuntura actual e atribuiu responsabilidades pela mesma. No final da sua intervenção enalteceu o papel da Igreja Católica na ajuda aos mais pobres através das instituições sob a sua responsabilidade.

HÁ POBREZA...

Quem dá o que não precisa,
Não faz favor a ninguém,
Às vezes até escandaliza,
Aquele que nada tem…

Há quem dê com caridade,
Para ajudar o irmão,
Mas há quem dê com vaidade,
Para causar boa impressão…

Já vi muitos pobres na rua,
Com mais dinheiro que os que dão,
Já vi gente quase nua,
Para amealhar um tostão…

Já vi bondade infinita,
Nos irmãos da caridade,
Já vi pobreza aflita,
Calada só por vaidade…

Quantas vezes se profetiza,
Pregando a prática do bem,
Mas na vida o que se concretiza,
É aquilo que mais convém…

Conceição Ferreira