BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA

BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA

A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.


CÁRITAS QUER «PROTECÇÃO» PARA AS PESSOAS

O presidente da Cáritas Portuguesa admitiu hoje que esperava uma acção mais efectiva da parte do Governo, no combate às situações de carência no país. «Parece que tudo está voltado para responder às exigências da troika, em ordem ao pagamento da dívida externa. É importante cuidarmos desse compromisso, mas o Governo deve dar prioridade à proteção às pessoas, não carregá-las com mais austeridade», sublinhou Eugénio da Fonseca, em entrevista concedida à Agência ECCLESIA.
Aquele responsável realçou ainda que «até agora, se não fosse a sociedade civil, nas suas organizações, e a Igreja Católica porque tem sob a sua orientação o maior número de instituições em Portugal, a situação seria muito mais dramática». Críticas que surgiram no seguimento de uma análise ao primeiro ano de funcionamento do Fundo Social Solidário (FSS), criado pela Conferência Episcopal Portuguesa para «prestar ajudas de emergência a situações de maior gravidade».
A partir da acção conjunta da Caritas Portuguesa, da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Sociedade São Vicente de Paulo e da Comissão Justiça e Paz dos Institutos Religiosos, foi possível canalizar cerca de 323 mil euros para a resolução de necessidades básicas de mais de 3 mil pessoas e 1300 famílias. No entanto, para Eugénio da Fonseca, estes esforços revelam-se uma gota no oceano, já que «só em 2010 registou-se uma subida de 30 a 40 por cento no número de novos pedidos de ajuda». «Temos a Segurança Social sem recursos para este tipo de apoios mais diretos e portanto, tudo tem sido mais difícil», realçou.
Há depois «casos que não têm muitas vezes a ver com falta de verbas, mas sim com burocracias incontornáveis, que complicam a solução dos problemas», acrescentou. Neste âmbito, uma das áreas mais difíceis de atender tem sido «o acolhimento a pessoas em situação de grande dependência, sobretudo na área da saúde mental». Segundo Eugénio da Fonseca, «a crise tem vindo a acarretar dificuldades a muitas pessoas no campo psíquico, que têm dificuldades em aceitar a situação em que ficaram e facilmente caem na depressão».
A Cáritas Portuguesa arrancou mesmo com um «programa de inter-ajuda pessoal», para que os mais atingidos possam fazer terapia de grupo, libertem tensões e busquem soluções para os seus problemas. No actual contexto, o presidente daquele organismo teme mesmo que a pressão da crise, a juntar a uma falta de políticas efectivas, venha a revelar-se uma ameaça para a «convivência colectiva» no país.
«Um dos saldos desta crise terá de ser uma mudança de vida, e no caso concreto de Portugal, que vive mais das ajudas externas do que aquilo que é capaz de produzir, ainda mais», concluiu.

Origem: Família Cristã

PRATICAR A CARIDADE


Praticar a caridade
Sem superioridade
É ter a capacidade
De conquistar a amizade

É não se sentir importante
Por esta prática exercer
É não ficar arrogante
Por ter o que oferecer

É fazer-se perdoar
Por poder estar a crescer
É o próximo confortar
Sem ninguém perceber

É o semelhante ajudar
Como se o ter e não ter
Fossem dois modos de estar
Que complementam o ser

É ter a oportunidade
De poder ajudar alguém
E sentir a igualdade
Que esse acto contém

É sentir-se recompensado
Pelo sentimento vivido
O de ter ajudado
Quem estava constrangido

Conceição Ferreira

SOLIDARIEDADE

PORTUGAL EM CRISE

"Temos muita tendência a desculpabilizar-nos enquanto cidadãos"
"eu, enquanto cidadão tenho muitos deveres, não é só direitos"
"nós andámos a comer à borla durante muito tempo"
"nós, portugueses, alunos bem comportados do patronato do norte da Europa"
"muito do dinheiro que veio foi mal usado"
"o tecido produtivo está na mão de patrões, não de empresários"
"foi um novo riquismos que levou ao aparecimento de um parque automóvel fantástico (...) houve uma espécie de bebedeira colectiva".

CONVERSAS COM VIDA

"Frei Fernando Ventura" fala sobre tudo. A sua vida, a crise, os políticos. Põe a nu o país que já comparou a uma "barraca com um submarino à porta". Vale a pena ver e ouvir esta entrevista.

"NOVA ESPERANÇA ENCERRA PARA FÉRIAS NO MÊS DE AGOSTO"


Informamos que a instalações do "Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno" encerram de 01 a 26 de Agosto de 2011, para umas merecidas férias dos seus voluntários. A sua reabertura está prevista para o dia 29 de Agosto, no horário habitual.

"O Grupo Nova Esperança" deseja a todos, umas férias muito felizes na companhia de "Deus Nosso Senhor".

NOVA ESPERANÇA NA CAMPANHA DE RECOLHA DE ALIMENTOS DO BANCO ALIMENTAR - MAIO 2011

Nesta campanha de Maio de 2011, os valorosos voluntários do Nova Esperança Grupo de Apoio Fraterno, mais uma vez estiveram nas portas dos supermercados a recolher alimentos que irão ser distribuidos às muitas famílias carenciadas. Em relação a Maio de 2010, as doações nesta campanha subiram cerca de 14%, respondendo desta forma, o povo Portugês, à profunda crise que se intalou no país.

O BANCO ALIMENTAR DE SETÚBAL ANGARIOU 224 TON. DE PRODUTOS ALIMENTARES NA CAMPANHA DE RECOLHA DE 28 E 29 DE MAIO DE 2011.


Na zona de actuação do Banco Alimentar Contra a Fome de Setúbal foram angariadas 224 toneladas de produtos alimentares na última campanha de recolha.
Os bens alimentares serão distribuídos localmente, já a partir da próxima semana, a 23.756 pessoas com carências alimentares comprovadas, através de 143 Instituições de Solidariedade Social previamente seleccionadas para o efeito e supervisionadas pelo Banco.
A campanha mobilizou cerca de 2.500 voluntários, que recolheram as contribuições efectuadas nos 178 supermercados onde foi organizada a recolha.

MARCHA CONTRA A FOME ANGARIOU 43 MIL EUROS

Cerca de 3.500 pessoas participaram este domingo na Marcha contra a Fome em Lisboa, que angariou 43 mil euros para ajudar a erradicar a fome nos países mais pobres. Este ano, pela primeira vez, os portugueses também serão apoiados, escreve a Lusa.

Lisboa e Porto foram as cidades escolhidas para a sétima edição da marcha «Walk the World», uma iniciativa que se realiza em 58 países e foi criada para ajudar a atingir um dos objectivos da Campanha do Milénio da Organização das Nações Unidas: erradicar a fome e a pobreza extrema no mundo até 2015.

«A quase totalidade das receitas é canalizada para o Programa Alimentar das Nações Unidas. Mas, como a situação no nosso país está mais sensível, conseguimos que 25 por cento das receitas da marcha fossem destinadas a projectos locais», contou à Lusa Carlos Courelas, responsável pelo evento que começou esta manhã em Lisboa, junto à Torre de Belém.

O dinheiro conseguido será entregue à Cáritas Portuguesa, que trabalha no terreno com as famílias mais carenciadas. 

José Manuel Cordeiro, da direcção nacional da instituição religiosa, sublinhou a importância desta ajuda para uma organização que no ano passado viu «aumentar os pedidos de ajuda em 40 por cento».

«Existem situações muito graves de pobreza e a fome é um dos problemas que a Cáritas faz questão de combater», disse José Manuel Cordeiro, sublinhando que a organização tem projectos direccionados para as crianças, assim como uma preocupação especial com o fenómeno da «fome escondida». 

Foi precisamente o problema da fome «envergonhada» que levou Maria Emília Jorge, 64 anos, e Maria Gabriel, 61, a participar na marcha, que terminou por volta da hora do almoço na Pala das Docas.

«Se todos dermos um bocadinho de nós podemos aliviar este problema: hoje há muita fome encoberta», lamentou Maria Emília Jorge.

Mesmo ao lado, uma família e amigos sublinhavam a importância de «olhar pelas outras pessoas, mesmo as desconhecidas», até porque «ninguém sabe o dia de amanhã», resumiu Sónia Justo, 36 anos.

As estimativas do ano passado apontam para a existência de cerca de 500 mil portugueses com carências alimentares. A estes juntam-se ainda os inúmeros casos que são desconhecidos, de famílias que nos últimos tempos perderam tudo. 

Mas, olhando para além da fronteira nacional, a situação é ainda mais preocupante: «Não estamos a falar de realidades sequer semelhantes. Este dinheiro vai ajudar principalmente quem nada tem, ou seja, quem não tem sequer acesso a alimentos», sublinhou Carlos Courelas, referindo-se aos 75 por cento das receitas conseguidas com a iniciativa, que vão seguir para o Programa Alimentar das Nações Unidas.


TVI 24

CAMPANHA BA - MAIO 2011

No último fim de semana deste mês de Maio, dias 28 e 29, irá realizar-se mais uma campanha de recolha de alimentos junto dos hipermercados e supermercados, em favor do Banco Alimentar contra a Fome. O grupo "Nova Esperança" irá colaborar, como sempre, na recolha dos géneros alimenticios, junto dos supermercados Mini Preço e Lidl da Baixa da Banheira. Com esta crise que atravessamos, sejamos ainda mais generosos nas nossas dádivas, para que as famílias carenciadas possam matar a fome.
Desejamos a todos os voluntários envolvidos nesta campanha, boa sorte, que tudo corra pelo melhor e que Deus nos ajude.