BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA

BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA

A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.


CAMPANHA BANCO ALIMENTAR - NOVEMBRO 2011



Nos dias 26 e 27 de Novembro de 2011, será realizada mais uma campanha de recolha de alimentos por todo o país. Campanha que será realizada pelo Banco Alimentar Contra a Fome. Os voluntários do "Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno" irão estar nos supermercados: CONTINENTE de Alhos Vedros, MINIPREÇO PARKING e LIDL da Baixa da Banheira, dando mais uma vez o seu contributo na recolha de alimentos que irão minimizar a carência alimentar a uns milhares de pessoas.

Sejamos generosos, alimentemos esta ideia. 

ALMADA: NÚMERO DE SEM-ABRIGOS É CADA VEZ MAIOR

O número de pessoas sem-abrigo que pedem ajuda ao centro Porta Amiga da AMI em Almada aumentou cerca de 30 por cento em relação a 2010, número «significativo» e que «tende a agravar-se», conta a directora do cento, noticia a Lusa.

«Este aumento vai ao encontro da tendência registada em todos os centros da AMI espalhados pelo país», indica Maria da Luz Cachapa considerando um aumento «preocupante». 

Entre 2009 e 2010 o centro registou uma subida de 900 para 1268 pedidos de ajuda, mais de 150 feitos por pessoas com mais de 60 anos. Até Setembro de 2011 foram atendidas 1322 pessoas.

«O número de sem-abrigo é muito significativo. Embora seja semelhante ao do ano passado, pouco abaixo dos 140, tende a aumentar dadas as cada vez mais frequentes situações de desemprego de longa duração», afirmou a responsável pela Porta Amiga.

O desemprego e as carências alimentares estão no topo das preocupações de Maria da Luz Cachapa.

«O que acontece neste momento é que a chave para resolver os problemas da maioria das pessoas que nos procuram, o emprego, está cada vez mais difícil de encontrar», frisou.

«A classe média está fragilizada. Não estava habituada a poupar, tinha créditos. As pessoas chegam aqui endividadas, o que quer dizer que, a médio prazo, correm risco de desalojamento», explicou.

Outro problema é o da ajuda alimentar. O Programa Comunitário de Ajuda a Carenciados (PCAAC), que fornece ao centro a maior parte dos alimentos distribuídos às famílias, está em risco devido a uma minoria de sete Estados membros que entendem que o serviço deve ser competência de cada país.

Se a posição da Áustria, Dinamarca, Holanda, Suécia, Reino Unido, Alemanha e República Checa não se alterar, a partir de Janeiro o orçamento do PCAAC será reduzido em dois terços, de 500 milhões para 113 milhões de euros.

«Se houver um corte no PCAAC teremos muito menos géneros para distribuir e os agregados familiares vão ficar muito prejudicados», estimou Maria da Luz.

A AMI trabalha no Monte da Caparica, em Almada, desde 1996 e presta assistência básica (refeições, roupeiro, géneros alimentares e balneário) e técnica (apoio social, psicológico, médico, de enfermagem e jurídico) aos moradores dos bairros integrados no Plano Integrado de Almada.

Fonte: TVI 24

AJUDA ALIMENTAR EM PORTUGAL PERDE 36 MILHÕES DE EUROS

Programa Comunitário sofre "corte imoral" e só em Portugal deixa 400 mil pessoas em risco.


O Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados ficou sem 500 milhões de euros. Para toda a Europa, o "PCAAC tem apenas 113 milhões". Portugal passa de 40 para quatro. E, só no país, serão 400 mil pessoas com menos apoio para comer.
Na reunião do Conselho de Ministros da Agricultura da União Europeia, esta sexta-feira, seis entre os 27 estados-membros exerceram uma minoria de bloqueio, impedindo que o PCAAC usasse os 500 milhões de euros que até já estavam aprovados.
Alemanha, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Holanda e República Checa argumentam que esta ajuda não devia estar integrada na Política Agrária Comum, mas na da Acção Social, como aliás vai passar a ser a partir de 2014, por ordem do Tribunal de Justiça Europeu. Estes dois anos estariam ainda na PAC a título provisório, só mesmo para que não faltasse a ajuda aos mais carenciados. Em toda a Europa são 18 milhões de pessoas que beneficiam desta ajuda para comer e que em Portugal são 400 mil. Face a todos os argumentos, a minoria de bloqueio mostrou-se intransigente.

A MONTANHA PARIU UM RATO

Foram poucos os restaurantes a aderir à Campanha Nacional para o Direito à Alimentação e muitas autarquias preferiram não avançar com o projecto. Em Lisboa, a vereadora Helena Roseta garante que «a campanha pariu um rato».

O programa, lançado há cerca de um ano com o patrocínio do Presidente da República, propunha-se criar uma «Rede Nacional de Solidariedade» que oferecesse refeições a pessoas «em situação especialmente difícil».

Com o anúncio do aumento do IVA para a restauração, a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) alertou esta semana que o projecto poderia ficar em risco.

No entanto, algumas autarquias envolvidas garantem que a campanha está parada por ausência de restaurantes dispostos a fornecer refeições.

«Foi uma manobra de propaganda. Os restaurantes fizeram o seu número e depois cortaram-se. Aqui em Lisboa, a campanha pariu um rato», criticou a vereadora da Acção Social na Câmara Municipal de Lisboa, Helena Roseta.

A autarquia identificou as freguesias com mais idosos isolados e seleccionou 74 famílias. «Só responderam positivamente três restaurantes, por isso insistimos para ver se aderiam mais, mas o resultado foi que passámos de três para zero», lamentou Helena Roseta.

Fonte: TVI 24

JANUARIO TORGAL FERREIRA - BISPO DAS FORÇAS ARMADAS / 14.10.2011

D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, manifesta a sua indignação de homem e cidadão, perante as medidas fundamentalistas apresentadas por Passos Coelho, 1º Ministro ...RTP notícias / 14.10.2011



Grande homem...precisamos de mais assim.

DOU.PT



Com certeza já teve de deitar algo fora sentindo uma pontada de remorso por o objecto ainda reter alguma utilidade. Haveria decerto alguém a quem daria jeito… mas quem? O DOU.pt é uma plataforma nacional de doação de objetos reutilizáveis onde qualquer cidadão, empresa ou organização pode afixar publicamente a intenção de se desfazer de artigos indesejados, permitindo solucionar maçadas logísticas com gestos de cidadania.

Ao criar um canal entre quem se quer desfazer e quem quer receber, transforma-se o desperdício e acumulação de resíduos numa solução elegante de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida.

Acessível na internet seja por computador, iPhone, Blackberry, Android ou iPad.

Esta plataforma nacional de doação de objectos reutilizáveis terá a sua apresentação oficial, no dia 03 de Novembro pelas 17:00 horas, na Gulbenkian.

«REI NÃO PODE COMER FAISÃO QUANDO O POVO COME BROA»

"O alerta é do Frei Fernando Ventura, teólogo atento ao mundo dos homens, que preveniu, em declarações à TSF, os dirigentes políticos e aconselhou os sindicatos a terem cuidado com os excessos".

Comentando, esta manhã, na TSF, as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, o Frei Fernando Ventura considerou que «são duríssimas».
«Dou o benefício da dúvida ao primeiro-ministro, naturalmente, porque é uma situação real de desespero absoluto. Agora falta fazer o resto: ser capaz de apoiar um povo inteiro que não pode morrer. É importante que as tais gorduras do Estado de que Passos Coelho falava, não se transformem em colesterol. O rei tem que ter muito cuidado em não comer faisão, quando o povo come broa», alertou.
O teólogo, biblista e professor de Ciências Religiosas no ISCRA, em Aveiro, manifestou ainda o desejo de que «os nossos dirigentes fossem capazes, por exemplo, durante este período de emergência social, de ficar com mil euros por mês».
«Porque não está dito, não está provado, não está ainda claro para as pessoas, que estão a ser chamadas a pagar a factura, que as tais gorduras, os tais desperdícios e o disparate nacional despesista, que nos caracterizou nos últimos anos, esteja completamente debelado», justificou o Frei Fernando Ventura.
Na sua opinião, Passos Coelho não «deve atraiçoar a confiança do povo», por isso «é preciso que sejam todos a fazer sacrifícios, e o exemplo tem de vir de cima».
Apesar de todos estes alertas ao Governo, o Frei Fernando Ventura chamou também a atenção dos sindicatos.
«Quando entramos no olho por olho, acabamos todos cegos, o perigo é este. Há uma responsabilidade de formação da opinião pública, de criação de uma consciência reivindicativa, mas que tem também de ser solidária», frisou o teólogo, sublinhando que ainda não viu os sindicatos a fazê-lo.

Fonte: TSF

REUNIÃO MENSAL DO GRUPO NOVA ESPERANÇA

Convocamos todos os voluntários do "Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno", para a reunião mensal, no dia 04 de Outubro pelas 21:00 horas, no local habitual, para tratarmos de assusntos de interesse de todo o Grupo.
A tua participação é importante, não faltes.

D. JANUÁRIO TEM «VERGONHA» DE PORTUGAL

Bispo das Forças Armadas pede a indignação da Igreja contra a acção do Estado perante aqueles que já foram «desapossados da sua dignidade»
D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas, confessou ter «vergonha» de Portugal. Disse-o no encontro da Pastoral Social e não teve problemas em repeti-lo aos microfones da TSF.
Explica que «tem vergonha porque numa casa onde os mais pequenos não se podem sentar à mesa e e comer do mesmo pão, que é o pão dos direitos e da dignidade, quem estiver a presidir à mesa deve sentir-se cúmplice».
Se nos dizemos Igreja, servidores do mundo, devemos sentir-nos cúmplices e não devo dormir descansado perante toda esta multidão de pessoas que já foram desapossadas da sua dignidade, do respeito por elas próprias e a quem as promessas vão no pior sentido.

Recados para o Governo e para a Igreja. «Já tive vergonha da Igreja e de mim» quando esta se «calou» e «ajoelhou» perante o poder de Salazar.
Fonte: TVI 24

NICK VUJICIC, UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

Veja neste video, um exemplo de superação. Muitas vezes reclamamos das futilidades da nossa vida... aprendamos a melhorar a nossa auto-estima...