BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA

BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA

A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.


HÁ MAIS MULHERES VOLUNTÁRIAS DO QUE HOMENS NAS INSTITUIÇÕES

Há mais mulheres voluntárias do que homens nas instituições de solidariedade social, a maioria chega às instituições através de familiares e amigos e é motivada pelo «bem-fazer», refere um estudo sobre o voluntariado em Portugal. 
O estudo, que faz a caracterização dos voluntários que colaboram em Instituições de Solidariedade Social, foi realizado em 2010 pela associação Entreajuda e a Universidade Católica, em parceria com os Bancos Alimentares.
Na Bolsa do Voluntariado da Entreajuda, instituição privada de solidariedade social, estão inscritos actualmente 22.000 voluntários e 1.300 instituições, um número que tem vindo a aumentar paulatinamente, disse à agência Lusa a coordenadora da área de voluntariado da instituição, Helena Presas.
Os voluntários chegam às instituições através de familiares e amigos (39,8 por cento) e das paróquias (29,7 por cento), refere o estudo, adiantando que 4,2% oferecem-se através da internet e 2,8% chegam por iniciativa própria. 
Metade dos voluntários é motivada pelo bem-fazer, um em cada três (33,7%) pela realização pessoal e 12,0% para ocupar o tempo. 
A maioria dos voluntários (78,4%) colabora com as instituições de uma forma regular: Uma em cada quatro (26%) afirma que os seus voluntários colaboram duas a três vezes por semana, uma em cada cinco tem voluntários a trabalhar todos os dias.
Apenas uma em cada quatro instituições tem voluntários a trabalhar na instituição ocasionalmente.
Relativamente à idade dos voluntários, o maior grupo (34%) tem idades entre os 56 e os 65 anos, 32,9% entre 26 e 55 anos, 21,6% mais de 65 anos e um em cada 10 (10,7%) tem entre 15 e os 25 anos.
De acordo com o estudo, 28,1% dos voluntários têm actividade profissional, 10,9% são estudantes e 7,3% estão desempregados.
Quanto às habilitações literárias, menos de metade (39,6%) das instituições têm voluntários que terminaram o liceu, 30,7% referem que os seus voluntários têm curso superior e 29,7% têm voluntários com o ensino básico.
Na Bolsa do Voluntariado estão inscritos maioritariamente jovens e jovens adultos do sexo feminino e que se concentram nos distritos de Lisboa (41,5%), Porto (17,4%) e Setúbal (9,8%).
Com base nos dados estatísticos retirados da Bolsa do Voluntariado, constata-se que as áreas de actuação mais privilegiadas são a solidariedade social (31,2%), a saúde (15,1%) e a educação (14,9%). 
O trabalho na comunidade, envolvendo crianças, bebés, jovens e mulheres grávidas ou mães solteiras representa mais de metade (64%) das preferências em termos de destinatários. Estes voluntários apresentam elevadas qualificações e uma diversidade de competências.
Quanto a áreas de especialidades, o maior grupo é o estudantil (14,5%), seguido de voluntários professores (6,6%), 4,8% administrativos (4,8%), psicólogos (4,3%), engenheiros (4,1%) e gestores (4%).


Fonte: TVI 24

CRISE: IGREJA ALERTA PARA SOBRE-ENDIVIDAMENTO

Fundo Social Solidário ajudou 3875 pessoas com 330 mil euros desde 2010



Lisboa, 31 out 2011 (Ecclesia) – O Fundo Social Solidário (FSS), criado em 2010 pela Conferência Episcopal Portuguesa, ajudou até ao momento 1290 famílias, tendo distribuído mais de 330 mil euros numa situação de crise agravada pelo sobre-endividamento e os “encargos com a habitação”.
Os dados são divulgados em comunicado, após a primeira assembleia do FSS, que reuniu este sábado, em Fátima, 38 representantes de 11 dioceses portuguesas.
A nota, enviada à Agência ECCLESIA, coloca em relevo “as dificuldades em que se encontram muitas famílias que apesar de disporem de salários, os têm, em parte, penhorados para satisfazerem o pagamento de dívidas, não podendo, por isso, aceder a qualquer tipo de apoio social estatal”.
“Deveria haver um maior cuidado e intervenção da entidade reguladora competente para evitar a publicidade enganosa e de verdadeiro assédio que tem contribuído para o empobrecimento material e moral de muita gente”, assinalam os representantes de organismos de ação social da Igreja.
No mesmo sentido, chama-se a atenção para “os encargos com a habitação, nomeadamente os volumosos endividamentos com rendas, mensalidades de empréstimos bancários, energia, água e gás”.
O apoio prestado chegou a 3875 pessoas, ajudadas também pelas respetivas dioceses num montante de aproximadamente 214 mil euros.
Segundo os responsáveis católicos, neste momento “prevalecem os problemas com habitação, seguindo-se os relacionados com saúde, educação, o endividamento”.
Apesar das ajudas oferecidas pela Igreja Católica, na ordem dos 545 mil euros, as equipas diocesanas referem situações “muito graves” que se têm revelado “insuperáveis”, como o “empobrecimento” que deriva do crescente desemprego.
“São os jovens os mais afetados, tendo muitos que regressar a casa dos pais por impossibilidade de manterem as suas [casas]”, refere o comunicado.
A taxa de desemprego em Portugal subiu ligeiramente em setembro, para 12,5%, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat, que estima em 10,2% o desemprego na zona euro.
A equipa do FSS fala ainda em “problemas psíquicos dos jovens e de outras pessoas atingidas pela crise” e “idosos isolados e maltratados que acabam por ser cúmplices por receio de denunciar os familiares”.
Outras questões destacadas foram a situação dos “estudantes imigrantes, provenientes de países de expressão portuguesa que estão sem meios de subsistência” e “as centenas de portugueses que trabalharam em Espanha”, que, julgando estarem a fazer os descontos legais, “ficaram sem direito ao subsídio de desemprego” porque tal não se veio a verificar.
O comunicado assinala a “preocupação de transparência na utilização dos donativos”, podendo qualquer pessoa aceder a informações relativas ao FSS, através do site da Caritas Portuguesa (www.caritas.pt).
Para os responsáveis pelo fundo, é “significativo que todos os donativos fossem, integralmente, destinados às pessoas em situação de carência”, sendo os custos administrativos suportados pelos organismos que estão a gerir o FSS.

OC

CAMPANHA BANCO ALIMENTAR - NOVEMBRO 2011



Nos dias 26 e 27 de Novembro de 2011, será realizada mais uma campanha de recolha de alimentos por todo o país. Campanha que será realizada pelo Banco Alimentar Contra a Fome. Os voluntários do "Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno" irão estar nos supermercados: CONTINENTE de Alhos Vedros, MINIPREÇO PARKING e LIDL da Baixa da Banheira, dando mais uma vez o seu contributo na recolha de alimentos que irão minimizar a carência alimentar a uns milhares de pessoas.

Sejamos generosos, alimentemos esta ideia. 

ALMADA: NÚMERO DE SEM-ABRIGOS É CADA VEZ MAIOR

O número de pessoas sem-abrigo que pedem ajuda ao centro Porta Amiga da AMI em Almada aumentou cerca de 30 por cento em relação a 2010, número «significativo» e que «tende a agravar-se», conta a directora do cento, noticia a Lusa.

«Este aumento vai ao encontro da tendência registada em todos os centros da AMI espalhados pelo país», indica Maria da Luz Cachapa considerando um aumento «preocupante». 

Entre 2009 e 2010 o centro registou uma subida de 900 para 1268 pedidos de ajuda, mais de 150 feitos por pessoas com mais de 60 anos. Até Setembro de 2011 foram atendidas 1322 pessoas.

«O número de sem-abrigo é muito significativo. Embora seja semelhante ao do ano passado, pouco abaixo dos 140, tende a aumentar dadas as cada vez mais frequentes situações de desemprego de longa duração», afirmou a responsável pela Porta Amiga.

O desemprego e as carências alimentares estão no topo das preocupações de Maria da Luz Cachapa.

«O que acontece neste momento é que a chave para resolver os problemas da maioria das pessoas que nos procuram, o emprego, está cada vez mais difícil de encontrar», frisou.

«A classe média está fragilizada. Não estava habituada a poupar, tinha créditos. As pessoas chegam aqui endividadas, o que quer dizer que, a médio prazo, correm risco de desalojamento», explicou.

Outro problema é o da ajuda alimentar. O Programa Comunitário de Ajuda a Carenciados (PCAAC), que fornece ao centro a maior parte dos alimentos distribuídos às famílias, está em risco devido a uma minoria de sete Estados membros que entendem que o serviço deve ser competência de cada país.

Se a posição da Áustria, Dinamarca, Holanda, Suécia, Reino Unido, Alemanha e República Checa não se alterar, a partir de Janeiro o orçamento do PCAAC será reduzido em dois terços, de 500 milhões para 113 milhões de euros.

«Se houver um corte no PCAAC teremos muito menos géneros para distribuir e os agregados familiares vão ficar muito prejudicados», estimou Maria da Luz.

A AMI trabalha no Monte da Caparica, em Almada, desde 1996 e presta assistência básica (refeições, roupeiro, géneros alimentares e balneário) e técnica (apoio social, psicológico, médico, de enfermagem e jurídico) aos moradores dos bairros integrados no Plano Integrado de Almada.

Fonte: TVI 24

AJUDA ALIMENTAR EM PORTUGAL PERDE 36 MILHÕES DE EUROS

Programa Comunitário sofre "corte imoral" e só em Portugal deixa 400 mil pessoas em risco.


O Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados ficou sem 500 milhões de euros. Para toda a Europa, o "PCAAC tem apenas 113 milhões". Portugal passa de 40 para quatro. E, só no país, serão 400 mil pessoas com menos apoio para comer.
Na reunião do Conselho de Ministros da Agricultura da União Europeia, esta sexta-feira, seis entre os 27 estados-membros exerceram uma minoria de bloqueio, impedindo que o PCAAC usasse os 500 milhões de euros que até já estavam aprovados.
Alemanha, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Holanda e República Checa argumentam que esta ajuda não devia estar integrada na Política Agrária Comum, mas na da Acção Social, como aliás vai passar a ser a partir de 2014, por ordem do Tribunal de Justiça Europeu. Estes dois anos estariam ainda na PAC a título provisório, só mesmo para que não faltasse a ajuda aos mais carenciados. Em toda a Europa são 18 milhões de pessoas que beneficiam desta ajuda para comer e que em Portugal são 400 mil. Face a todos os argumentos, a minoria de bloqueio mostrou-se intransigente.

A MONTANHA PARIU UM RATO

Foram poucos os restaurantes a aderir à Campanha Nacional para o Direito à Alimentação e muitas autarquias preferiram não avançar com o projecto. Em Lisboa, a vereadora Helena Roseta garante que «a campanha pariu um rato».

O programa, lançado há cerca de um ano com o patrocínio do Presidente da República, propunha-se criar uma «Rede Nacional de Solidariedade» que oferecesse refeições a pessoas «em situação especialmente difícil».

Com o anúncio do aumento do IVA para a restauração, a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) alertou esta semana que o projecto poderia ficar em risco.

No entanto, algumas autarquias envolvidas garantem que a campanha está parada por ausência de restaurantes dispostos a fornecer refeições.

«Foi uma manobra de propaganda. Os restaurantes fizeram o seu número e depois cortaram-se. Aqui em Lisboa, a campanha pariu um rato», criticou a vereadora da Acção Social na Câmara Municipal de Lisboa, Helena Roseta.

A autarquia identificou as freguesias com mais idosos isolados e seleccionou 74 famílias. «Só responderam positivamente três restaurantes, por isso insistimos para ver se aderiam mais, mas o resultado foi que passámos de três para zero», lamentou Helena Roseta.

Fonte: TVI 24

JANUARIO TORGAL FERREIRA - BISPO DAS FORÇAS ARMADAS / 14.10.2011

D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, manifesta a sua indignação de homem e cidadão, perante as medidas fundamentalistas apresentadas por Passos Coelho, 1º Ministro ...RTP notícias / 14.10.2011



Grande homem...precisamos de mais assim.

DOU.PT



Com certeza já teve de deitar algo fora sentindo uma pontada de remorso por o objecto ainda reter alguma utilidade. Haveria decerto alguém a quem daria jeito… mas quem? O DOU.pt é uma plataforma nacional de doação de objetos reutilizáveis onde qualquer cidadão, empresa ou organização pode afixar publicamente a intenção de se desfazer de artigos indesejados, permitindo solucionar maçadas logísticas com gestos de cidadania.

Ao criar um canal entre quem se quer desfazer e quem quer receber, transforma-se o desperdício e acumulação de resíduos numa solução elegante de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida.

Acessível na internet seja por computador, iPhone, Blackberry, Android ou iPad.

Esta plataforma nacional de doação de objectos reutilizáveis terá a sua apresentação oficial, no dia 03 de Novembro pelas 17:00 horas, na Gulbenkian.

«REI NÃO PODE COMER FAISÃO QUANDO O POVO COME BROA»

"O alerta é do Frei Fernando Ventura, teólogo atento ao mundo dos homens, que preveniu, em declarações à TSF, os dirigentes políticos e aconselhou os sindicatos a terem cuidado com os excessos".

Comentando, esta manhã, na TSF, as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, o Frei Fernando Ventura considerou que «são duríssimas».
«Dou o benefício da dúvida ao primeiro-ministro, naturalmente, porque é uma situação real de desespero absoluto. Agora falta fazer o resto: ser capaz de apoiar um povo inteiro que não pode morrer. É importante que as tais gorduras do Estado de que Passos Coelho falava, não se transformem em colesterol. O rei tem que ter muito cuidado em não comer faisão, quando o povo come broa», alertou.
O teólogo, biblista e professor de Ciências Religiosas no ISCRA, em Aveiro, manifestou ainda o desejo de que «os nossos dirigentes fossem capazes, por exemplo, durante este período de emergência social, de ficar com mil euros por mês».
«Porque não está dito, não está provado, não está ainda claro para as pessoas, que estão a ser chamadas a pagar a factura, que as tais gorduras, os tais desperdícios e o disparate nacional despesista, que nos caracterizou nos últimos anos, esteja completamente debelado», justificou o Frei Fernando Ventura.
Na sua opinião, Passos Coelho não «deve atraiçoar a confiança do povo», por isso «é preciso que sejam todos a fazer sacrifícios, e o exemplo tem de vir de cima».
Apesar de todos estes alertas ao Governo, o Frei Fernando Ventura chamou também a atenção dos sindicatos.
«Quando entramos no olho por olho, acabamos todos cegos, o perigo é este. Há uma responsabilidade de formação da opinião pública, de criação de uma consciência reivindicativa, mas que tem também de ser solidária», frisou o teólogo, sublinhando que ainda não viu os sindicatos a fazê-lo.

Fonte: TSF

REUNIÃO MENSAL DO GRUPO NOVA ESPERANÇA

Convocamos todos os voluntários do "Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno", para a reunião mensal, no dia 04 de Outubro pelas 21:00 horas, no local habitual, para tratarmos de assusntos de interesse de todo o Grupo.
A tua participação é importante, não faltes.