BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA
BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA
A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.
A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.
NOVA ESPERANÇA ENCERRA NA SEMANA SANTA
Informamos que as instalações do Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno, encerram na Semana Santa para descanso dos seus voluntários. Que todos os voluntários vivam o espírito desta semana tão especial, junto de seus familiares, que bem o merecem. Reabrimos no dia 09 de Abril, no horário habitual.
NOVA ESPERANÇA VIVE A QUARESMA
O grupo “Nova
Esperança” realizou na passada terça-feira dia 13 de Março, uma “Via Sacra” na
Igreja Paroquial da Baixa da Banheira.
Viver o
tempo da Quaresma desta forma, torna o grupo cada vez mais “fraterno e unido”
no seu objectivo de ajuda aos seus irmãos carenciados.
O grupo irá repetir a Via Sacra até à Páscoa, em todas
as terças-feiras pelas 15:00 horas, e convida todos os que se quiserem
juntar a esta iniciativa.
CÁRITAS ALERTA: «HÁ FOME EM PORTALEGRE»
Registo de um aumento de 30 por cento nos últimos meses
O presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco, Elicídio Bilé, assegurou que «há fome» na região de Portalegre e que o número de atendimentos aumentou «cerca de 30 por cento», nos últimos meses.
«Tem aumentado o número de pessoas que está em grave situação de carência económica e até ao nível da sua própria sobrevivência», frisou à Agência Lusa o responsável.
Na região de Portalegre, continuou, é «nítido» que «há pessoas que só têm duas a três refeições quentes por semana». «Há fome no distrito de Portalegre», afirmou, relatando que a crise económica está também a ser sentida em Castelo Branco de forma «grave». Mas é em Portalegre que o drama é «superior».
A Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco apoia, em regime de acompanhamento e «só em Portalegre», mais de «410 famílias», mas, nos últimos meses, o número de atendimentos aumentou cerca de «30 por cento», disse Elicídio Bilé, citado pela agência Lusa.
«Só em Portalegre, a Cáritas apoia mais de 410 famílias em regime de acompanhamento, mas os atendimentos são superiores, pois, nos últimos meses, houve uma subida acentuada, na ordem dos 30 por cento, em comparação com o ano de 2011», explicou.
Em muitos dos casos apresentados, segundo o responsável, o aumento nos atendimentos deve-se ao facto de existirem muitas pessoas que deixaram de receber o subsídio de desemprego.
A instituição tem também identificado vários casos de pobreza envergonhada, em que as famílias viviam com muitas dificuldades, mas não eram capazes de se expor.
O presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco considerou que o número de casos de pobreza tem vindo a aumentar devido ao «sucessivo encerramento» de pequenas empresas na área do comércio e da restauração.
Com o aumento dos pedidos de ajuda, a instituição tem também tido algumas dificuldades em dar respostas, tendo formado, recentemente, um grupo de «amigos» da Cáritas para responder às diversas solicitações.
Este grupo tem tentado responder, principalmente, junto das famílias de Portalegre que contam com crianças no seu agregado familiar.
Argumentando que a crise «parou» a economia naquela região alentejana, Elicidio Bilé indicou que a Cáritas tem no terreno um departamento de apoio ao emprego e grupos de ação social em cada paróquia para tentar dar resposta às situações mais urgentes.
Fonte: TVI24
BILL GATES DEFENDE "REVOLUÇÃO DIGITAL" NA LUTA CONTRA A FOME
O fundador da Microsoft, Bill Gates, defendeu, esta quinta-feira, uma "revolução digital" para lutar contra a fome no mundo, apostando no reforço da produtividade dos agricultores com a utilização de sistemas de satélites, tecnologias audiovisuais ou de seleção de sementes.

"Devemos refletir muito seriamente sobre a maneira de tirar proveito de uma revolução digital para alcançar a inovação, incluindo na agricultura", afirmou o filantropo norte-americano em Roma, durante a reunião anual do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola, agência especializada das Nações Unidas.
"Se vamos cuidar dos mais pobres, devemos ocupar-nos com a agricultura. Acreditamos que os pequenos agricultores podem duplicar, e em alguns casos triplicar, a produção durante os próximos 20 anos, ao mesmo tempo que preservam as suas terras", disse Gates.
Para tal, o fundador da Microsoft deu como exemplo a utilização de tecnologias informáticas ao nível das sementeiras, que poderão ajudar nas previsões de produção e reduzir o tempo de desenvolvimento de uma nova variedade.
Bill Gates apoiou igualmente o intercâmbio de vídeos entre agricultores, para trocarem experiências, e a utilização de sistemas de satélite desenvolvidos por Ministérios da Defesa do mundo inteiro para conseguir uma maior quantidade de dados sobre terrenos agrícolas a nível global.
O milionário norte-americano anunciou também em Roma que a sua fundação, a "The Bill & Melinda Gates Foundation" irá doar cerca de 200 milhões de dólares (cerca de 151 milhões de euros) para financiar a investigação sobre novos tipos de milho, mais resistentes à seca, vacinas para gado e projetos de formação para agricultores.
"Os investimentos na agricultura representam a melhor arma contra a fome e a pobreza", sublinhou Gates, indicando que a sua fundação prevê investir um total de dois mil milhões de dólares (1,51 mil milhões de euros) a favor dos agricultores e da agricultura.
Fonte: JORNAL DE NOTÍCIAS
GOVERNO QUER AUMENTAR CANTINAS SOCIAIS DE 62 PARA 950
O ministro da Solidariedade e Segurança Social anunciou que pretende passar das actuais 62 cantinas sociais para uma rede nacional de 950, apostando na sua presença nas cidades, onde "estão mais presentes os novos fenómenos de pobreza".
| foto RUI OLIVEIRA / GLOBAL IMAGENS |
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Segundo Pedro Mota Soares, a rede actual de cantinas sociais não está adequada às realidades urbanas.
"Será nessas áreas que iremos apostar fundamentalmente pois são nestas cidades que estão mais presentes os novos fenómenos de pobreza", afirmou o ministro na Comissão de Segurança Social e Trabalho, onde está a ser ouvido a pedido do Bloco de Esquerda e do PCP.
Para isso, o ministro disse contar "com a colaboração de quem sabe e está no terreno", nomeadamente a Confederação Nacional das Instituições Sociais, as mutualidades e as misericórdias.
Para alargar a resposta às famílias que atravessam "sérias dificuldades", o ministro adiantou que pretende ainda contratualizar com as instituições sociais a confecção e distribuição de refeições para consumo em espaço próprio, mas também em regime de take-away para consumo em casa.
O ministro adiantou que, para garantir que "as refeições chegam a quem efectivamente mais precisa", o Governo está a contratualizar com os parceiros "um contrato atípico de carácter anual, excepcional, face aos tempos de dificuldade".
Apontou ainda a linha de crédito de 50 milhões de euros para as instituições sociais, frisando que "será essencial para obras de investimento, modernização de valências, ampliações e aumento da oferta" e que permitirá resolver muitos problemas de financiamento das instituições, mas sublinhou que "também servirá para transformar dívidas de curto em médio prazo, lançando o balão de oxigénio para uma altura mais favorável", adiantou.
Mota Soares anunciou que já foi lançado o concurso às instituições bancárias para apresentarem as suas melhores condições, tendo sido imposto um prazo de carência de dois anos para capital, não sendo necessário prestar qualquer tipo de garantias.
A escolha efectiva das instituições que poderão aceder a este crédito será feita através de uma comissão executiva, em que estarão representadas as instituições sociais. "Contamos até ao final do mês ter este processo fechado e ter a comissão a funcionar para que as instituições possam apresentar as suas candidaturas", avançou.
Além da sustentabilidade financeira, o ministro disse ainda que pretende dotar as instituições de "uma nova geração de respostas sociais", como desenvolver os centros de noite e reforçar os serviços de apoio domiciliário, realçando a importância da teleassistência por garantir a segurança, o combate ao isolamento, o acompanhamento e a sinalização de idosos que queiram permanecer em suas casas.
Fonte: JORNAL DE NOTÍCIAS
SOLIDARIEDADE: CÁRITAS DÁ PRIORIDADE AOS DESEMPREGADOS
Instituição também aposta na recuperação financeira dos mais pobres e na criação de grupos sociais em todas as paróquias de Portugal.
Fátima, Santarém, 13 fev 2012 (Ecclesia) – Os desempregados, a recuperação financeira dos mais pobres e a criação de grupos de apoio social em todas as paróquias são as prioridades para o próximo triénio da Caritas Portuguesa, revelou o seu presidente.
Os desempregados jovens e sobretudo os pertencentes à geração que hoje tem 40 ou mais anos são das principais preocupações da instituição, disse Eugénio Fonseca este sábado à ECCLESIA, durante a reunião da Comissão Permanente realizada em Fátima.
Depois de sublinhar que “a crise não vai ser superada de certeza no próximo ano”, o dirigente salientou que a Caritas vai também dar “atenção especial no acompanhamento às pessoas que vão ser vítimas da austeridade”, reelaborando com elas “projetos de vida”.
O responsável realçou que cada paróquia deve ter um grupo “minimamente organizado” de apoio social que “em nome da comunidade cristã responda aos problemas dos mais pobres”, sendo também necessário cuidar da “formação” dos membros dessas equipas.
Referindo-se à transferência de verbas do Governo para as instituições particulares de solidariedade social, o responsável afirmou que a relação entre as “competências do Estado e aquelas que a sociedade deve assumir” constitui uma “tensão que ainda não está bem resolvida”.
“O Estado tem de assegurar tudo o que diz respeito à criação de condições para que haja maior justiça social, para que o desenvolvimento do país possa ser usufruído por todos, para que não haja tantas assimetrias sociais, para que todos tenham acesso à educação e cuidados de saúde com a qualidade e iguais condições de acesso”, frisou.
O facto de o Estado ter de “assegurar” o apoio social “não quer dizer que tenha de o fazer”, apontou Eugénio Fonseca: “Está provado, e é aqui que radica o princípio da subsidiariedade, que determinadas realidades são melhor conhecidas por quem está mais próximo”.
Quando os organismos governamentais uniformizam as suas respostas sociais criam “geralmente injustiças porque estão muito distante das pessoas”, explicou.
Eugénio Fonseca considera que o Estado “deve assumir-se como mais um parceiro e não como o patrão gigante que tudo determina e decide sem muitas vezes contar com as capacidades dos cidadãos”, mas espera que esta delegação de competências não leve os organismos estatais “a desligarem-se das suas responsabilidades”.
O Estado, vincou, tem de “dar o exemplo” na contenção de custos, pelo que “terá de ser o primeiro a racionalizar os seus recursos”: “Está na hora de se evitarem os esbanjamentos e prevenirem situações de acumulação ilícita de riqueza”, ao mesmo tempo que se acaba com o financiamento de projetos “totalmente inúteis”.
A instituição católica concluiu, em parceria com a Deco, cursos para formadores na gestão e poupança, pelo que vão ser propostas acções de sensibilização e formação nas dioceses especialmente dirigidas a pessoas com mais fracos recursos económicos, anunciou Eugénio Fonseca.
A semana nacional da Caritas, com o lema “Edificar o bem comum – tarefa de todos e de cada um”, decorre de 4 a 11 de março, e entre 16 a 18 do mesmo mês realiza-se o Conselho Geral da instituição, no Seminário de Leiria.
PTE/RJM
Fonte: AGÊNCIA ECCLESIA
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