BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA

BEM VINDO À NOVA ESPERANÇA

A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.


NOVA ESPERANÇA ENCERRA PARA LIMPEZAS E MANUTENÇÃO


Informamos que estamos encerrados para limpezas e manutenção das instalações, de 30 de Julho a  19 de Agosto de 2012. Reabrimos no dia 20 de Agosto no horário habitual.

CÁRITAS PEDE MANUTENÇÃO DA AJUDA ALIMENTAR

Organização católica enviou carta ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho

Lisboa, 28 jun 2012 (Ecclesia) – A Cáritas enviou uma carta ao primeiro-ministro de Portugal a solicitar o seu apoio para a manutenção do programa comunitário de ajuda alimentar, durante o Conselho Europeu que decorre hoje e amanhã em Bruxelas.
“Se existir vontade política será possível encontrar uma base legal para manter o programa da União Europeia de ajuda alimentar e ajustá-lo ao Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020”, refere a organização católica, em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Os responsáveis da Cáritas Portuguesa entendem que está em causa “o respeito pelo princípio de solidariedade”, um dos “imperativos que deve nortear a convivência entre os países da União Europeia”.
A mensagem dirigida a Pedro Passos Coelho sublinha a posição da Cáritas Europa ao defender que “a assistência alimentar, prestada de forma isolada, não é a solução para a pobreza”, podendo contribuir para gerar dependências e relacionamentos desiguais entre pessoas e organizações.
A missiva propõe, por isso, que “a base legal da reforma do programa da União Europeia de ajuda alimentar às pessoas mais necessitadas” venha a passar “do âmbito da Agricultura para a esfera da Coesão.”
“O novo programa deveria ainda ter instrumentos próprios, inscritos no quadro financeiro dos fundos estruturais europeus, mas manter-se à parte do Fundo Social Europeu devido ao risco de excluir certas categorias de beneficiários”, observa a Cáritas Portuguesa.
A organização católica para a solidariedade e ajuda humanitária considera que o programa deveria centrar-se “nos mais vulneráveis” e responder “às diversas necessidades dos grupos que mais dependem da ajuda alimentar”.
A Cáritas sugere ainda que o novo programa seja colocado “num quadro de complementaridade de outras medidas políticas destinadas às pessoas, em áreas como o acesso à alimentação/segurança alimentar, habitação ou a reinserção social”.
O documento admite que algumas medidas de acompanhamento possam ser cofinanciadas a nível nacional, libertando o financiamento comunitário para “abordagens inovadoras” que visem “suprir as necessidades alimentares de grupos de risco e a inclusão ativa destes em sociedade”.
Conselho Europeu reúne os chefes de Estado e de Governo da União Europeia na capital belga, a partir desta tarde.

OC

MOVIMENTO SOCIEDADE CIVIL SOLIDÁRIA

Cerca de 160 personalidades de todos os quadrantes da sociedade portuguesa uniram-se no Movimento Sociedade Civil Solidária, uma iniciativa hoje apresentada e que pretende ajudar "as pessoas e famílias mais duramente atingidas pela crise". 

Este movimento irá recolher e canalizar todos os recursos para o Fundo Social Solidário (FSS) gerido pela Cáritas Portuguesa, uma obra que presta apoio a milhares de pessoas carenciadas.
"Nós pedimos a várias pessoas com uma grande credibilidade moral e cívica que se juntassem a nós e dissessem também acreditamos", disse Manuela Eanes, uma das promotoras da iniciativa, à margem da apresentação do movimento, que decorreu em Lisboa.
Várias personalidades responderam ao apelo: desde reitores, escritores, representantes da Igreja Católica, da comunidade hindu, da comunidade islâmica, da Rede Aga Khan, embaixadores, médicos, economistas, entre muitos outros.
O movimento, "exclusivamente da sociedade civil", nasceu de "um pequeno grupo, que foi crescendo, e que se pretende que seja um movimento a nível nacional", disse a também presidente do Instituto de Apoio à Criança, comentando: "Eu acho que vai acontecer mais um milagre português".
Alfredo Bruto da Costa, da Comissão Nacional Justiça e Paz e também promotor da iniciativa, frisou que "Portugal está numa situação extremamente grave e que os problemas do país não se resolvem apenas com pachos quentes".
"Há necessidade de transformações e mudanças profundas, só que estas transformações e mudanças profundas não têm resultados imediatos, são resultados a médio e longo prazo", adiantou.
Entretanto, "há pessoas que caíram de um momento para o outro na pobreza devido à evolução da economia e das políticas que têm sido adotadas".
Bruto da Costa disse que várias instituições e organizações têm tentado acorrer aos problemas dessas pessoas, mas ainda há um espaço na sociedade civil em que as pessoas podem "exercer solidariedade".
"Nós pretendemos utilizar um pouco desse espaço, que implica dar uma oportunidade às empresas, às instituições, às organizações e, sobretudo, aos indivíduos que, com muitos ou poucos recursos gostariam de expressar a sua solidariedade e muitas vezes ficam inibidos de o fazer".
Para o presidente da Cáritas, "os contributos que podem advir do dinamismo deste movimento são uma mais-valia para o fundo solidário", que foi criado para responder às consequências da crise e que se tem destinado, principalmente, a resolver os problemas de habitação.
"Se não fosse este fundo, muitas famílias já tinham entregado as suas casas", frisou, adiantando que, apesar do FSS, se destinar a todas as pessoas, é classe média que mais tem beneficiado.
O Fundo também já tem criado alguns postos de trabalho, mas "poucos relativamente àquilo que desejaríamos, mas também não estamos no tempo mais favorável para que isso aconteça", sublinhou.
Entre as várias personalidades que aderiram ao movimento, encontram-se Adriano Moreira, Laborinho Lúcio, Artur Santos Silva, Bagão Félix, Daniel Sampaio, Guilherme Oliveira Martins, D. Januário Torgal Ferreira, João Lobo Antunes, Manuela Ferreira Leite, Maria Barroso, Miguel Sousa Tavares, Vasco Graça Moura e Vítor Melícias.
As contribuições poderão ser efetuadas através do NIB: 003603249910000923653 do Montepio Geral, do nome da conta: Sociedade Civil Solidária, do site: www.scsolidaria.pt e de chamadas de valor acrescentado para o n. 760 105 010.
Lusa

VOLUNTÁRIOS DO NOVA ESPERANÇA NA CAMPANHA BA - MAIO 2012

"Os voluntários do Nova Esperança - Grupo de Apoio Fraterno", estiveram com grande espírito de solidariedade, à porta dos supermercados Continente-Modelo de Alhos Vedros, Mini-Preço Parking e Lidl da Baixa da Banheira, na recolha de alimentos durante a campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, nos dias 26 e 27 de Maio de 2012 . Os Escuteiros e outras pessoas, não pertencentes ao grupo, quiseram unir-se ao Nova Esperança, e partilhar o seu trabalho na recolha dos referidos alimentos, que irão matar a fome às pessoas carenciadas deste país.



DEUS ABENÇOE TODOS OS VOLUNTÁRIOS E TODOS OS QUE CONTRIBUÍRAM COM A SUA DOAÇÃO AO BANCO ALIMENTAR!!!

CAMPANHA BANCO ALIMENTAR - MAIO 2012

"Os voluntários do Grupo Nova Esperança" irão estar presentes no próximo fim-de-semana, dias 26 e 27 de Maio, à porta dos Supermercados Modelo de Alhos Vedros, Lidl e Mini Preço Parking da Baixa da Banheira, colaborando mais uma vez com o Banco Alimentar contra a Fome de Setúbal, na recolha de alimentos que, mais tarde, serão distribuídos pelas famílias carenciadas, através das instituições sócio-caritativas do distrito como a nossa. 

Seja generoso(a), alimente esta ideia.

O DIA-A-DIA DO GRUPO NOVA ESPERANÇA

Este é o dia-a-dia do "Grupo Nova Esperança". Convívio, partilha, oração e apoio aos nossos irmãos carenciados da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

VIVIANE REDING VISITA BANCO ALIMENTAR

Vice-presidente da Comissão Europeia ouviu queixas de Isabel Jonet sobre o fim dos programas comunitários de ajuda alimentar

Foi com uma visita ao Banco Alimentar que Viviane Reding terminou uma estadia de três dias em Portugal. "A vice-presidente da Comissão Europeia ficou impressionada com o que viu, elogiou o trabalho do Banco Alimentar, considerando-o um exemplo para toda a Europa". 

"A comissária europeia da Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania defendeu também que os excedentes alimentares devem ser distribuídos pelos mais carenciados, em vez de destruídos"

Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar, mostrou-se bastante preocupada com o fim dos programas comunitários de ajuda alimentar para 2014.

Fonte: TVI 24

BANCOS ALIMENTARES ESTÃO EM RISCO

Isabel Jonet reconhece que os pedidos não param de aumentar




Os bancos alimentares estão a «atingir o limite daquilo que é possível de apoio», com o número de pedidos de ajuda das famílias a não parar de aumentar.
«Há mais pedidos, o que penso é que não há mais capacidade de apoio», avisou a presidente do Banco Alimentar contra a Fome, ouvida pela TSF.
Isabel Jonet acrescenta que há bancos alimentares que não podem admitir mais instituições, «sobretudo através do canal das Instituições de Solidariedade Social, que já não podem ajudar mais nenhuma família, porque não têm recursos humanos, físicos e financeiros».
A responsável alertou que, em 2014, Portugal deverá deixar de receber o Programa Comunitário de Ajuda Alimentar.
«Estamos numa situação de crise económica e social e, portanto, estes programas garantem a almofada de sobrevivência de muitas pessoas que não têm emprego e outro tipo de rendimentos», afirmou.
Para Isabel Jonet, é fundamental criar um programa alimentar nacional.


Fonte: TVI 24