BEM VINDO À ASSOCIAÇÃO NOVA ESPERANÇA
A "Associação de Leigos Nova Esperança" é uma expressão pastoral da Paróquia da Baixa da Banheira. A força de acção que lhe dá vida é totalmente voluntária. Os seus elementos, de diferentes faixas etárias, com variadas categorias profissionais, completam o puzzle do "amor ao próximo" no encontro com múltiplas situações sociais, de dor humana, marginalidade, pobreza, desemprego, toxicodependência, de falta de habitação e de bens essenciais à vida.
O encontro dos elementos desta Associação com aqueles que nos batem à porta, acontece num clima de vida, de uma nova esperança, de dignidade, tendo como pano de fundo o olhar terno e meigo de Deus.
CAMPNHA DO BANCO ALIMENTAR 28/29/05/2022
OS NOSSOS VOLUNTÁRIOS DE CORAÇÃO ABERTO
SEMPRE DISPOSTOS A AJUDAR OS QUE MAIS PRECISAM
A NOVA ESPERANÇA AGRADECE A DISPONIBILIDADE
ASCENSÃO DO SENHOR
O PAPA FRANCISCO TEM SEMPRE BONS CONSELHOS
1. Sorrir. Um cristão é sempre alegre;
2. Agradecer (mesmo se não “precisar” fazê-lo);
3. Lembrar aos outros que você os ama;
4. Cumprimentar com alegria essas pessoas que você vê todos
os dias;
5. Ouvir a história do outro sem preconceito, com amor;
6. Parar e ajudar quando alguém precisar;
7. Incentivar quem está desanimado;
8. Alegrar-se pelas qualidades ou realizações dos outros;
9. Juntar as coisas que você não vai mais usar e dar a quem
precisa;
10. Ajudar quando necessário para que o outro descanse;
11. Corrigir com amor e não calar por medo;
12. Cuidar com carinho especial os que estão perto de si;
13. Limpar o que usa em casa;
14. Ajudar os outros a superar os obstáculos;
15. Ligar para os pais, falar mais com eles.
Na Paróquia:
Celebra-se a liturgia própria, sem procissão.
Domingo de Ramos é uma festa móvel cristã celebrada no
domingo anterior à Páscoa. A festa comemora a entrada triunfal de Jesus em
Jerusalém, um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos
canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19). Diz a
tradição que Jesus teria entrado pela porta dourada de Jerusalém.[1] Na
liturgia romana, este dia é denominado de "Domingo de Ramos e da Paixão do
Senhor".[2] A liturgia católica ainda denomina a festa de diversas formas,
como: "Páscoa Florida", em contraste com a Páscoa enquanto tal que é
"frutífera" e Pascha competentium ou Pascha petitum, pois era durante
essa festa que "aqueles que pedem" o Batismo são apresentados.[3]
Em muitas denominações cristãs, o Domingo de Ramos é conhecido
pela distribuição de folhas de palmeiras para os fiéis reunidos na igreja. Em
lugares onde é difícil consegui-las por causa do clima, ramos de diversas
árvores são utilizados.
RECONCILIAÇÃO
José Tolentino Mendonça
Ensina-nos, Senhor, que é dentro
de nós que a Paz começa.
Essa paz que nasce da
reconciliação com as próprias feridas, escutando a nossa vida interna em vez de
a omitir, dando espaço e dignidade às dimensões mais vulneráveis do nosso ser,
reconhecendo com humildade a frustração, a violência e a agressividade que
também em nós residem. Só assim seremos capazes de compreender e cuidar das
feridas que os outros transportam.
Ensina-nos, Senhor, essa paz que
nasce do perdão, da capacidade de transformar as nossas quotidianas armas de
guerra em relhas de arado, como diz o profeta. Essa paz que põe a morar lado a
lado o lobo e o cordeiro e a pastar no mesmo campo o filho do leão e o
bezerro.
Essa paz que nasce quando deixamos que um redescoberto olhar de criança se
torne efetivamente a nossa visão.
Ensina-nos, Senhor, a paz que não
é pré-fabricada, mas se tece como um lento artesanato. Essa paz que nasce da
arte de colocar em relação fios muito diversos, respeitando a unicidade de cada
um e, ao mesmo tempo, descobrindo o significado profundo da convivialidade e do
encontro.
Ensina-nos a paz que não tem
vencedores nem vencidos, mas é uma ronda de seres humanos que se dão as mãos e
aprendem a aceitar-se na mútua fragilidade; seres que abraçam nos seus
semelhantes a mesma solidão que trazem dentro de si, mesmo se em graus
diferentes, e não desistem de valorizar o desejo, as razões e os sonhos que faz
de cada pessoa um peregrino em direção a Ti, Senhor, Mestre da verdadeira paz.
Ensina-nos, Senhor, que é dentro
de nós que a paz começa.
***
Cardeal D. José Tolentino
Mendonça.















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